Biblioteca da Karen

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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

The Runaways: história das mulheres no rock - #Resenha do filme



Sinopse: O filme é a cinebiografia da banda de rock The Runaways.O grupo era composto apenas por garotas com idades menores ou iguais a 16 anos. A versão cinematográfica aborda a formação, o sucesso fulminante à separação algumas integrantes. O longa compreende os anos 1975,76 e 77.
Tenho de confessar que não conhecia a banda The Runaways. O conjunto de 1970 era composto somente por garotas que tocavam rock roll. A história virou filme nas mãos de Floria Sigismondi.

Me surpreendi com a atuação de Kirsten Stweart (de Crepúsculo) no longa. Antes, em todos os filmes que eu a vi atuar sempre da mesma forma, como se todos os personagens fossem iguais. Era como se ela se interpretasse nos longas. Neste, ela mostrou que amadureceu como atriz e criou uma Joan Jett durona.

Enquanto Dakota Fanning (Lua Nova e a Guerra dos Mundos), que sempre foi uma boa atriz, mostrou que cresceu. Ela está ótima. A garota interpreta Cherie Currie, uma cantora que usa drogas e canta de lingerie. Conseguiu fazer a migração de papeis infantis para de adulta numa boa.  Muito Show.

Através do filme, é possível fazer uma crítica sobre a banda: se é comercial ou não. Não tem como não argumentar que a banda foi produzida. Pode-se observar a construção, a procura por uma vocalista bonita como Cherie. Gostei do filme e recomendo. 

 A história de Cherie tem mais destaque que a de Joan. É bom lembrar que o roteiro é baseado num livro escrito por Cherie.E Dakota se sobressai em relação à Kirsten.

Ficha Técnica
Diretor: Floria Sigismondi
Elenco: Kristen Stewart, Dakota Fanning, Alia Shawkat, Scout Taylor-Compton, Michael Shannon, Tatum O'Neal, Johnny Lewis, Robert Romanus.
Produção: Joan Jett, Kenny Laguna, Brian Young
Roteiro: Floria Sigismondi
Fotografia: Benoît Debie
Duração: 105 min.
Ano: 2010
País: EUA
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: Paris Filmes
Estúdio: Road Rebel


Runaways originais




Trailer do filme



The Runaways originais















Filme

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Moças não tão inofensivas #resenha de A prova de Morte

Há algum tempo, assisti ao longa Machete, de Robert Rodriguez. O filme apareceu pela primeira vez em um  trailer "falso" dentro do projeto Grindhouse, que visava homenagear as películas de horror da década de 70. Dentro do Grindhouse, existem dois longas: "A Prova de Morte" e "Planeta Terror". Machete foi uma experiência interessante. Logo, eu precisei assistir ao "A Prova de Morte".

Confesso que não conhecia o filme "A Prova de Morte", de Quentin Tarantino. Na última segunda-feira, namorado e eu resolvemos assisti-lo. O longa é dividido em duas partes, que é que tem em comum é o psicopata Dublê Mike, interpretado por Kurt Russel. O homem se diverte perseguindo garotas com o seu carro, adaptado para cenas de ação em filmes.

A primeira parte do filme, parece ser ambientada nos anos 70. Três moças vão para a casa no lago de uma delas. Os cabelos das mulheres lembram os das Panteras, as roupas também, assim como a fotografia e o cenário. O único índício de se passa em 2009 ou 2010, é o celular de uma das mocinhas. As moças são tratadas como vítimas de um homem cruel.

Já a segunda parte é diferente. As mulheres trabalham com cinema, algumas são dublês. E você começa a observar a mudança quando se depara com o toque de celular de uma delas, a mesma música do filme Kill Bill. E também de revistas que estampam a imagem do filme Maria Antonieta de Sofia Copola. As moças não são tão inofensivas quanto ele pensa.



Provar um pouco da sabedoria de Tarantino?
Sabe o que acontece com  pessoas que levam facas? São baleadas.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Médico narra como sobreviveu ao Tsunami

Abaixo, segue um texto que escrevi para um jornal de Tubarão sobre um médico que sobreviveu a Tsunami na Indonésio. Acrescentei alguns detalhes que não pude colocar antes por questão de espaço. O original foi publicado no dia 4 de novembro. As fotos foram cedidas por Fábio, e retratam os dias que estava na Indonésia, antes da tragédia.
Oito dias após ver de perto o tsunami que devastou parte da Indonésia, Fábio Junqueira Karkow, 46 anos, decidiu encarar o mar ontem novamente. Mas desta vez em Imbituba, onde mora. O médico surfista, que estava no país em busca das melhores ondas, concedeu entrevista ao Notisul na quarta-feira.


Ele e outros 19 turistas estavam hospedados em um resort, no arquipélago mais afetado pelo terremoto e, posteriormente, pelo tsunami. Às 21h40min do dia 25 de outubro, quando sentiu o tremor, Fábio mal sabia o que o esperava. Primeiro, pensou que um amigo seu balançava a cabana, que já tinha uma fundação preparada para terremotos e, por isso, se movia. Em seguida, já ciente do se passara, fora da cabana, olhou para mar e pensou em um tsunami. Mas a maré estava baixa e sem recuo. Ele chegou a cogitar passar a noite embaixo de um coqueiro, mas pensou melhor. ”O cara escapa de um terremoto e morre com um coco na cabeça”, brinca.

Quando o barulho do mar fortaleceu, ele viu a onda gigante. “Imagine uma distância entre Laguna e Garopaba, e com dois metros de altura”, detalha. Então, correu para a torre da ilha. Vieram duas fortes ondas. Tudo levou 20 minutos. Das oito cabanas do resort, restou somente a fundação. Dos pertences, o médico recuperou uma filmadora encharcada e duas pranchas.

No dia seguinte, caminhou por dois quilômetros até uma comunidade, onde foi resgatado. No caminho atravessou 100 metros a nado, andou por alguns trechos com água até os joelhos.

Fábio já retornou ao trabalho, como clínico-geral em Imbituba e no Samu de Tubarão. Quando perguntado se voltaria a Indonésia, prontamente responde: “De jeito nenhum, aquilo é um barril de pólvora”.

Sobrevivência

Fábio conta que um turista australiano sobreviveu por sorte. Ele não conseguiu chegar à torre a tempo da passagem do tsunami, agarrou-se a um fragmento de prancha e “mergulhou” em uma piscina vazia. O turista foi arrastado por 150 metros. Não se machucou e subiu em um coqueiro quando se aproximou a segunda onda.

Ajuda Brasileira
A embaixada brasileira foi bastante prestativa. Fábio declarou que ela o auxiliou em tudo o que pode.


quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Music by birds

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

O filme Código de Conduta surpreende os telespectadores com inteligência #ficaadica #resenha


sinopse: A esposa e a filha de Clyde morreram assassinadas na sua frente. O assassino culpa o cúmplice pelas mortes e testemunha no caso para evitar a pena de morte. O pai fica desesperado: A justiça prefere firmar um acordo a tentar a chance no tribunal. Dez anos se passam e Clyde resolve agir. O homem, extremamente inteligente, inicia uma matança, envolvendo os criminosos, oficiais de justiça, promotores, advogados e quem ele mais encontrar pelo caminho.
O enredo de "Código de Conduta" pode parecer comum, mas o resultado é um excelente thrilher de ação. Não existem grandes vilões neste filme. Nick, interpretado por Jamie Foxx, é um promotor ambicioso que não quer diminuir sua taxa de condenações. Já Clyde, vivido por Gerald Butler (que me lembra muito Russel Crowell), é um pai de família amargurado a busca de vingança. Durante o filme, nos perguntamos para quem devemos torcer. Se é para o personagem de Clyde ou Nick.

O argumento parece um pouco bobo, mas é válido: Um pai decide aplicar uma lição e mostrar que a justiça é falha. É fascinante a forma que ele brinca com os oficiais e manipula as palavras para anular uma confissão.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Nodame Cantabile: Uma animação sobre música #Resenha

Nodame é uma talentosa pianista. Contudo, seu dom para música nunca recebeu o devido incentivo. Já Chiaki, um jovem musicista promissor, conquistou o reconhecimento de familiares, amigos e professores. Mas, seu medo de avião o impede de se aperfeiçoar na Europa e iniciar uma carreira. Os dois opostos se encontram em uma universidade de música no Japão e iniciam uma relação no mínimo curiosa. O enredoé da animação japonesa, movida a música clássica, Nodame Cantabile.

O animê, que não é novo (de 2002), baseia-se no mangá homônimo, da autora Ninomiya Tomoko. Para quem desconhece um pouco de cultura nipônica ou, melhor, otaku, o quadrinho classifica-se como um josei: uma obra destinada a jovens mulheres. A animação possui uma sensibilidade incrível. Não há como não se apaixonar pelos protagonistas ou pelos outros personagens que surgem na série.

O que me cativa na história é que a autora deixa claro que nunca é tarde para sonhar. Para muitos, a carreira de Nodame não evoluiria por não ser mais uma jovem pianista. Muitos desacreditam desta musicista que Mas Chiaki acredita na moça, reconhece a técnica e o talento. Ele se apaixona pelas notas emitidas pelo piano de Noda.

A série tem boas doses de humor e drama. Chiaki, apesar de amar Nodame, não possui boas doses de maturidade para lidar com a moça, que é um tanto brincalhona.
Nodame Cantabile faz um grande sucesso no Japão . O animê encerrou na 3ª temporada, alguns filmes já foram lançados, inclusive um live action.

Um detalhe: não é preciso conhecer música clássica para apreciar a animação.

Recomendo: Namorado recomenda para adoradores de Honey e Clover. Eu, para todos que gostem de shoujos (mangás para o público feminino).

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Clube do Livro, opinão sobre leitura e tudo mais

Ler é uma forma de ampliar horizontes e expandir a mente. Assim, como trocar ideias também é benéfico ao crescimento das pessoas. Um clube do livro une os dois temas: leitura e discussão, além de ser uma ótima forma para se desprender de preconceitos. O primeiro encontro do clube de Tubarão reuniu poucos membros (época de eleição), mas estreitou laços de amizade e iniciou batalhas letradas por nossos corações.


O autor famoso na Comunicação, Clóvis Rossi, diz que o Jornalismo é uma batalha por corações e mentes dos espectadores. Assim também é um livro: um campo de batalha. Durante o clube, pretendemos quebrar paradigmas e barreiras, mostrar que nem todo Best-seller é uma obra sem qualificação. Afinal, Jane Austen também já foi popular um dia.


Desconheço o contexto, mas li que Arthur Schopenhauer disse que “Durante a leitura a nossa cabeça é apenas o campo de batalha de pensamentos alheios”. Um bom livro nos alimenta, fascina, e faz almejar por mais. È um alimento para nossa alma. Com a literatura, esquecemos um pouco dos problemas diários, viajamos por mundos novos e amadurecemos.


O clube do livro, fundado pela Kellen Baesso com minha ajuda, vem com este objetivo: alimentar nossos corações nessa guerra literada. Nossa próxima reunião é em 6 de novembro. Caso tenha interesse em participar, comente este post.


Na primeira reunião de discussão, definimos com leitura o livro “Escrava Isaura e o Vampiro”, que é o clássico que todos já conhecem com uma nova roupagem. O autor Jovane Nunes uniu suas palavras e seus vampiros à obra de Bernardo Guimarães.


Sinopse:  Neste livro o clássico romance de Bernardo Guimarães, Escrava Isaura, ganha nova vida ao ser recontado por Jovane Nunes. O autor traz muita gente morta e um vilão, Leôncio, como um vampiro atrapalhado. (Americanas.com)




Título: Escrava Isaura E O Vampiro
Editora: Lua de Papel
Assunto: Literatura Brasileira-Romances
Edição: 1
Número de Páginas: 168


Também não podemos deixar de agradecer à Ferrovia Tereza Cristina por ter disponibilizado dois livros de seu acervo para sortearmos nas próximas reuniões.


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