Vou publicar novamente uma matéria que escrevi para o jornal que trabalho. Pretendo publicar semanalmente uma reportagem minha.
Quatro amigos de Tubarão tiveram uma ideia, em princípio, maluca: fazer uma jornada e experimentar como seria viver como mendigo. O objetivo era tentar desvencilhar-se dos bens materiais.
E não é que eles colocaram a ideia em prática? O grupo saiu de Tubarão, de carro, no dia 20. Destino: o balneário de Barra do Sul, no litoral norte do estado. Dali, partiram para Biguaçu, na Grande Florianópolis. Detalhe: a jornada foi feita a pé.
O empresário Marcelo Langer de Oliveira, 36 anos, o comerciante Astor Fockink, 46, e os psicólogos Thiago Dal Bó Furghestti, 28, e Darlan Albino, 30, caminharam, por três dias, aproximadamente 120 quilômetros pelo litoral catarinense.
“Saímos só com a roupa do corpo e uma máquina fotográfica. Não levamos celular, comida, água ou dinheiro”, revela Astor. Para se alimentar, eles pediam marmitas ou sanduíches para quem passava. Para dormir, procuravam lugares seguros.
A primeira noite passaram em uma construção. Usaram papelão para se cobrir. No sábado, eles conseguiram cobertores e descansaram no salão abandonado de uma igreja. Para suprir suas necessidades, os amigos pediam tudo às pessoas.
Eles conseguiram desde roupas, bonés e protetor solar, até dinheiro (voltaram para casa com R$ 40,00 no bolso). “O que percebemos é que a dificuldade não é pedir. Mas falar com as pessoas sem que elas nos ignorem”, revela Marcelo.
A viagem terminou no domingo, quando a namora de um dos “mendigos tubaronense” foi busca-los em Itapema. Eles não conseguiram chegar a Biguaçu devido ao desgaste físico e emocional. “Aprendemos a valorizar o que temos. Descobrimos que o privilégio de ter um banho quente é o máximo”, explica Astor.
E não é que eles colocaram a ideia em prática? O grupo saiu de Tubarão, de carro, no dia 20. Destino: o balneário de Barra do Sul, no litoral norte do estado. Dali, partiram para Biguaçu, na Grande Florianópolis. Detalhe: a jornada foi feita a pé.
“Saímos só com a roupa do corpo e uma máquina fotográfica. Não levamos celular, comida, água ou dinheiro”, revela Astor. Para se alimentar, eles pediam marmitas ou sanduíches para quem passava. Para dormir, procuravam lugares seguros.
Eles conseguiram desde roupas, bonés e protetor solar, até dinheiro (voltaram para casa com R$ 40,00 no bolso). “O que percebemos é que a dificuldade não é pedir. Mas falar com as pessoas sem que elas nos ignorem”, revela Marcelo.
A viagem terminou no domingo, quando a namora de um dos “mendigos tubaronense” foi busca-los em Itapema. Eles não conseguiram chegar a Biguaçu devido ao desgaste físico e emocional. “Aprendemos a valorizar o que temos. Descobrimos que o privilégio de ter um banho quente é o máximo”, explica Astor.




