Biblioteca da Karen

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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Projeto HQ Dojo

Olá!!!
Desculpe pelo tempo que fiquei sem postar. Tive alguns problemas familiares (quem não tem?).
Enquanto preparava um conteúdo sobre o livro que li Percy Jackson e o Ladrão de Raios, encontrei algumas páginas de uma "revista" que fiz, com Kellen Baesso, quando era estudante. Achei interessante postar aqui no blog.

Não tem correção nessas páginas, mas achei divertido revê-las. O tema são mangás (quadrinhos japoneses) e animês. Eu que fiz a diagramação (assumo a culpa).

Adorei fazer a execução deste projeto. Ele foi para uma disciplina da faculdade, Projeto Experimental de Jornal. Tiramos dez. Aprendi bastante ao executá-lo, valeu muito a pena. A ideia não foi continuada.  Abaixo são só algumas páginas (tem muito mais)










terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Resolução de ano novo

Todo Réveillon é a mesma coisa. Nós elaboramos uma lista de resoluções que tentamos manter no próximo ano. Portanto, é uma época de mudanças e preparação.  Eu criei uma em 2010 que deu muito certo. Vou deixar a de 2011 pública (pelo menos alguns tópicos, principalmente os culturais). 

Em 2010, obtive alguns resultados bons no Karatê. Venci alguns campeonatos e troquei de faixa -
fui para o 4º kyu. Para este ano, decidi que quero começar a estudar uma outra arte marcial, se não der certo, em função de horário, começarei um esporte. Outra meta saudável é perder todos os “quilinhos” extras obtidos nas festividades de fim de ano.

No ano passado, também comecei este blog, o qual gosto bastante. Pretendo mantê-lo por um bom tempo. Já programei novas seções e devo lançá-las em breve. Também quero realizar mais posts.

Na área cultural, quero ler mais livros por mês e terminar a coleção da Anne Rice. Dentro da minha lista de leitura, estão inclusos algumas obras sobre jornalismo e internet. Pretendo entender cada vez mais sobre esta última área que é a minha especialização. Também quero assistir mais filmes e resenhá-los.  
Almejo passar mais tempo com a minha família e amigos. 

Compartilho com vocês algumas metas simples. Tenho outras que guardo para mim.
  • emagrecer 6kg (2kg ganhei na “comilança” do Natal e Ano Novo)
  • postar no mínimo 3 vezes por semana no blog
  • praticar mais um esporte ou arte marcial
  •  ler mais livros por mês
  • terminar a coleção da Anne Rice
  • assistir um bom filme por semana e resenhá-lo
  • ver mais meus amigos
Desejo um feliz ano novo para todos!

terça-feira, 28 de setembro de 2010

A Internet dos anos 90



PC Siqueira, um dos vbloggers mais assistidos do Brasil, fez uma abordagem interessante sobre a evolução da Internet no vídeo Propaganda, Internet Antiga e Patrões. Quando vi o trabalho, junto do Namorado, três anos mais novo que eu, pude perceber como a rede mudou em tão pouco tempo.

ICQ, Internet Discada, correntes de e-mail da Samara, dentre outras coisas que eu vivenciei, são ignoradas pelo namorado. Quando eu era mais nova, esperava um certo horário para me conectar, assim como bate-papo era pelo Mirc, um download de música demorava horas. E bastou apenas três anos de diferença para que o Namorado não vivenciasse tudo isso.

A primeira vez que naveguei na Internet, eu era fã de boybands e do Leonardo Di Caprio. Na minha adolescência passei horas em sites hiper coloridos, com gifs animados e cujas imagens demoravam horas para abrir. As Urls (endereços) eram complicadíssimas. O background das páginas era berrante, e, sempre, atrapalhava a leitura. Em síntese: Um mundo colorido e repleto de seres pululantes.

O máximo de interação que havia era um e-mail ou comentário no Livro de visitas. Meu primeiro e-mail foi do Zipmal. Não existia Orkut ou Facebook. Mas tínhamos alguns fóruns na Internet.

Nos anos 90, sites possuíam uma página iniciam com os dizeres: “Clique aqui para entrar”. Sem mencionar que os buscadores eram Cadê, Altavista e algum outro que não me lembro.  Para pesquisas escolares, eu utilizei a Barsa. Mas se você é três anos mais novo que eu, não vivenciou parte disso, acredito. Sinto muito, namorado, mas você perdeu.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Programa de namorados com direito a Sylvester Stallone e MMA

Um programa de namorados qualquer requer um filminho no cinema, ver um pouco de televisão juntinhos numa tarde de domingo, ou ainda, um passeio de mãos dadas. Mas não o meu. Namorado e eu passamos o último fim de semana assistindo ao MMA e ao longa “Os Mercenários”. Eu tenho de admitir: Adoro.

Para quem não sabe Mixed Martial Arts (MMA), que pode ser traduzido como lutas marciais mistas, é a denominação para o antigo Vale Tudo (ou segundo o Namorado, o Vale Tudo Moderno).  Lutadores, sem equipamento de proteção, exceto pelas coquilhas, protetor bucal e luvas, se confrontam utilizando técnicas de artes marciais. Vence quem conseguir um nocaute, uma submissão, ou, ainda, impressionar os juízes.

Os participantes dominam mais de uma arte marcial, geralmente uma de chão, como Jiu-Jitso Brasileiro, e outra de impacto, como Muay Thai. O Brasil é celeiro para estes lutadores. Somos a terra de Lyoto Machida (meu preferido), Anderson Silva e Shogun Rua. Todos têm ou tiveram o cinturão.



 MMA e violência
A abertura do campeonato Ultimate Fighting Championship (UFC), realizado nos EUA, lembra os gladiadores da antiga Roma. Homens corajosos que se enfrentavam no Coliseu. Hoje, temos muito mais regras e segurança. É evidente que um lutador pode quebrar a costela, fraturar o maxilar e sofrer outros danos. Mas o MMA tem se aproximado do esporte e adotado algumas regras.

Muitos consideram um esporte muito violento. Mas na minha opinião são duas pessoas que se preparam arduamente, com treinos puxados, e cientes de que é um confronto corporal que pode causar sérios riscos. Acho muito mais chocante uma briga de rua ou entre torcidas rivais.

Gosto de observar o domínio corporal e as técnicas dos lutadores. Muitos mesmo sob pressão, viram a luta e vencem, como ocorreu com Anderson Silva vrs Sonnen. Este conseguiu levar a melhor em quatro rounds. Silva manteve a calma, e no último instante, conseguiu uma finalização que o levou a vitória.

E o Namorado nessa história?
O Namorado começou a assistir quando me tornei fã de Machida, que é um karateca em uma terra dominada por Muay Thai e Jiu-Jitso.  Portanto, eu que levei o MMA para a nossa relação.

Mas o que tem os Mercenários haver com MMA?
O filme  "Os Mercenários", criado por Sylvester Stallone, retrata a história de profissionais contratados para resolver sequestros de navios por piratas, cometer assassinatos encomendados, dentre outras situações. A película reúne um elenco de astros de ação, como Jet Li, Jason Statham, Dolph Lundgren, e atores famosos como Eric Roberts e a brasileira Giselle Itié.

O longa também conta com a participação de lutadores de MMA, como Randy Couture. Este irá participar do UFC 118: Edgar vs. Penn 2.

A história não é muito convincente, mas a ação é desmedida no filme, que conta com artes marciais, armas de fogo, incêndios e bazucas. Se você gosta deste estilo, "Os Mercenários" é perfeito.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Não existe sorte, e sim treino



Ana Carolina é menina vaidosa, inteligente e bonita que se despede de toda feminilidade quando entra no tatame. Ela, assim como eu, é karateca e integrante da equipe Associação Impacto de Karatê-do, que atualmente defende a cidade de Tubarão. Há dois fins de semana, Ana conquistou uma vaga na Sulamericano de Karatê Goju Ryu, durante o Campeonato Brasileiro de Goju no Paraná. Toda equipe se saiu muito bem na competição, o que nos garantiu o troféu de quarto lugar na geral. Mas, só a garota levou quatro medalhas.

Muitos podem visualizar a vitória apenas como sorte, entretanto é um conjunto de fatores, como concentração, controle emocional e treinamento que garante bons resultados. Algumas pessoas acreditam em dom, uma palavra oriunda da Idade Média, quando tudo era justificado pelo poder divino, e a habilidade  provinha de nascença, e não do estudo.  Na verdade, como diz meu sensei, não existe sorte, mas treino.

Depois de vermos tanta exposição de festas, baladas e muitos namoros envolvendo a figura de alguns jogadores de futebol, acabamos imaginando uma vida fácil. Mas a rotina de atleta é repleta de privações, sacrifícios e dores musculares. E tudo em nome do amor ao esporte. E muitos têm de se dividir entre o trabalho e os treinos. Dos atletas que tive sorte de conhecer, todos praticavam bastante para se aperfeiçoar.

Para muitos não é fácil; deixar a família, namorado e amigos, para se dedicar a horas de treino. Não vou negar que muitas pessoas foram abençoadas com a genética e a facilidade para executar os exercícios. Contudo, horas de treinamento e condicionamento podem fazer o diferencial.

Ana, como muitos membros da equipe, fez alguns sacrifícios e se destacou com muito mérito. Um exemplo de que a disciplina pode levar a alçar voos altos.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Uma leitura sobre um leitor de Salinger



Minhas mãos tocaram o livro surrado. As páginas já não pertenciam mais à encadernação, pendiam uma a uma da capa preta. Agradeci a moça da biblioteca, o leitor que havia feito o reserva esquecera de pegar a obra. Logo ela estava em meus dedos. Já fazia alguns meses que ansiava para ler o volume. Finalmente, perdi a vergonha e fui em busca. Era, o livro, muito requisitado. O título é famoso, “O Apanhador no Campo de Centeio”, de Jerome Salinger.

O livro narra as impressões do adolescente Holden Caulfield sobre a escola e a fuga para Nova York. È uma obra interessante, repleta de reflexões sobre pessoas, atitudes e a própria vida.

Não são as ações narradas por Salinger que me interessam. Sim as de outro escritor, cuja letra, marcada a lápis nas páginas, exprimia-se entre as vogais e as consoantes da prensa. Imagino que o leitor apaixonado pela narrativa, que se achou no direito de rabiscar as partes que gostava com comentários desinteressantes e nada criativos. Numa outra oportunidade aquela atitude teria me irritado. Mas enquanto lia as páginas, senti-me intrigada. Naquele momento era eu quem estava de posse da obra, mas quantas vezes não passou por outras mãos? Quantos não teriam lido a ponto de estragar a encadernação, de as folhas estarem começando a sair. Não era mais a capar original que envolvia o volume.

Naquele momento, naquela leitura não eram as palavras de Salinger que me lembravam a transitoriedade da vida. Eram as frases que me guiavam a leitura, a mão invisível que se estendia para mim, como se abrindo uma porta, conhecendo um pouco daquele estranho que tinha o mesmo gosto que eu. Foi numa busca para conhecer uma obra que me deparei com um estranho revelando a mim suas preferências.

Será que é tão errado marcar em nossos livros (não as da biblioteca, que fique claro), rabiscar as partes que gostamos? Talvez com esta atitude, nos tornemos mais íntimos de desconhecidos de que de velhos amigos, mesmo que revelando anonimamente segredos, sentimentos do momento. Em nossa passagem tão curta porque não assinalar em uma obra nossas impressões, gostos. Mesmo que nunca sejamos escritores, mas que se tornem públicas nossas visões sobre o mundo.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Unidos até na Gastrite


A primeira endoscopia a gente não esquece. Por endoscopia, entendo como um procedimento médico, em que um tubo é inserido em sua boca e vai até o sistema digestório. O objetivo é verificar se há algum problema de saúde, como uma gastrite, úlcera, ou algo mais sério, como câncer.  Mas para alguns pode ser uma forma de tortura medieval ou meio legal de ficar mais “leve”, ou, até mesmo, sadismo por parte dos médicos. Eu acredito na primeira opção.
Após uma vida desregrada movida a MUITO Doritos apimentado, Coca-cola (no meu caso) e embalada com maratonas de Lost, meu Namorado e eu desenvolvemos problemas estomacais.  No começo, senti dores no peito e ânsia de vômito. Depois que os problemas cardíacos foram excluídos, veio à confirmação: Refluxo.
Demorou alguns meses até que tive de fazer a tal endoscopia. Para mim não foi nada traumático.  Até considerei bastante tranquilo. Mas tive de ficar de repouso. Também descobri que tinha gastrite.
Não tardou muito, e o Namorado também começou a sentir os mesmos sintomas. Dores no peito, queimação, vontade de vomitar. A família dele acusou de refluxo psicológico. Afinal, começou a sentir depois de mim, quase como uma dor solidária. Não levou muito dias para ir ao médico e descobrir que sofria dos mesmos problemas e fazer a tal endoscopia.
O exame ficou agendado para uma terça-feira (não tenho muita certeza da data). Neste dia recebo uma ligação às 7h40min da manhã, quando já estava saindo para o trabalho.
- Namoraaada bonita.
A primeira frase. O Namorado mal conseguia articular as sílabas. As vogais estendiam-se por toda a palavra, dessa forma mesmo: “Naaaamoooraaadaaa!”. Eu realmente estava preocupada com o procedimento médico, contudo iria esperar até o fim da manhã para telefonar e averiguar o estado físico do Namo.
Ele havia ficado completamente chapado com o exame. Nem o telefone conseguiu discar. A prima dele fez a ligação quando o viu “brincar” ou “brigar” com o celular. Ficamos uns dez minutos falando sobre absolutamente nada.  Apenas os murmúrios de namorada boinita.
Às 8h20min recebi outra ligação dele, que só vi depois das 12 horas. Quando conversei com ele mais tarde, o rapaz me disse que não se lembrava de ter me ligado. E ainda riu. Mas a prima me garantiu que o hospital inteiro ficou sabendo que ele tinha uma namorada bonita.
No fim do dia jurou que haviam dado valium. Mas os médicos garantem que não usam este tipo de droga no procedimento.  Posteriormente, o resultado ficou pronto e confirmou gastrite.

Resultado: Sem Doritos, Pimenta e Coca-cola por muito tempo. E o engraçado foi o efeito tão diverso da endoscopia na gente. 

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Mais uma estrela na camiseta




Verde e Amarelo enfeitam as ruas, decoram as casas, vestem as pessoas, e até mesmo os bichos.  As cores se tornam um uniforme. E o assunto de rodinhas de amigos quase vira padrão: o Brasil. Não como um país, com seus problemas sociais, eleições se aproximando, e tanto outros assuntos. O tema envolve uma bola e 11 jogadores, que buscam mais uma estrela para enfeitar a camiseta. Sim, estamos falando de seleção brasileira.
Em toda copa, desde que eu me lembro, os brasileiros se transformam; ganham um patriotismo exacerbado.  Saem às ruas para comemorar uma vitória, se indignam com um gol sofrido. Parece que são eles que estão na disputa pela bola dentro da trave, que fazem dribles e pedaladas.  Este sentimento não é ruim, nunca vi ninguém enraivecido e destruindo tudo porque a seleção perdeu, como acontece em outros campos.  Mas, ainda sim, é triste. O povo só torna-se patriota quando envolve uma partida de futebol. 
Se formos pensar por um minuto, não existem muitos motivos para alguém se orgulhar de ser brasileiro.  A desigualdade social, apesar de estar diminuindo, ainda é grande; o problema com violência é elevado; falta saneamento básico em muitas cidades; morrem crianças por desnutrição e picada de mosquito. Parece um clichê, mas o Brasil é um país de contrastes. Temos homens que figuram na lista dos mais ricos do mundo, e também miseráveis.
A camiseta verde e amarela e a pintura no rosto não deveriam ser usadas somente nos dias de futebol. O uniforme brasileiro deveria ser invocado não apenas para torcer, mas também para cobrar educação, saúde, infraestrutura, condições melhores de vida.  Guerreiros, todos nós somos mas não devemos lutar só nas copas.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Experiências com a marca: Eu e a Coca-cola

"Primeiro Estranha-se, depois Entranha-se"
Fernando Pessoa



Admito, adoro a marca Coca-cola. Sou apaixonada pelo sabor, pela embalagem, pelo trabalho desenvolvido no marketing do produto. Nada mais belo que aquele outdoor vermelho e branco no centro de uma cidade. Sou um daqueles exemplos de pessoas que tem um relacionamento intenso com uma marca. Claro que não chego ao vício completo. Tenho um amigo que gosta tanto da Apple, que tatuou uma maçã na panturrilha. O que torna engraçado é a presença deste produto em várias passagens da minha vida e de forma significativa.

Vamos fazer uma pequena retrospectiva. Não vou falar sobre uma festinha de aniversário, onde todos bebiam o refri. Ou de cenas que lembrem comercial de margarina. Mas de episódios relevantes. Voltamos ao início de 2009. Fui a uma festa animada com uma amiga em bar da minha cidade. E por circunstâncias que envolviam brincadeiras estúpidas e mesa de sinuca, todo o refrigerante que eu tomava virou. O culpado pela bagunça foi na minha casa no dia seguinte para me presentear com duas latinhas. Hoje, ele é meu namorado. Alguns trariam flores. Outros, chocolate. Eu recebi Coca-cola.

Um outro episódio foi resultado de uma soma boba: cansaço+sono+Coca= notebook quebrado. O dia em questão foi quando acidentalmente quase detonei meu computador. Assim que me levantei de manhã, me servi de um pouco de Coca-cola bem gelada e fui ligar o meu Vaio. Não deu outra. O copo derrubou em cheio no meu notebook. Pedi socorro ao meu namorado. Mas não havia o que fazer. Mandei para assistência. Uma semana sem poder trabalhar direito.

E se aproximando o dia dos namorados, lembro de que ao completar seis meses de namoro, ganhei uma Coca de 600ml. Volto a dizer: podia ter ganhado um anel, uma joia,  um buquê (que só viria 6 meses depois), bombons; mas foi uma Coca-cola. Com direito a embrulho. Não, não espero ganhar uma Coca-cola de 2,5 litros este ano. Ou engradado de doze.

Hoje meu consumo é moderado. Reduzi bastante quantidade de Coca-cola que bebo por questões de saúde. Não posso exagerar na cafeína. Sei que o consumo excessivo é prejudicial. Engraçado imaginar que uma marca tenha participado tanto da minha vida. Isto deve ser o sonho de todo publicitário...

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