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terça-feira, 6 de março de 2012

Deixa-me Entrar #filme #resenha


Toda vez que passava pela locadora e via o cartaz de Deixe-me Entrar, pensava que era um filme do mesmo gênero que o Albergue ou Jogos Mortais. Fico feliz por estar enganada. É uma história sensível sobre a amizade entre um menino e vampiro.

Na versão americana (que é um remake, o original Låt den rätte komma in é sueco), o menino se chama Owen (interpretado por Kodi Smit-McPhee). Ele é atormentado por colegas de classe diariamente. Além da violência psicológica e do estado de medo ininterrupto, também apanha constantemente.  Sua mãe e os professores não sabem de sua situação ou simplesmente ignoram.  Todas as noites, o menino vai para o pátio do condomínio para brincar. Numa dessas andanças, conhece uma menina que recém se mudou para o prédio.

A pequena logo declara que não poderão ser amigos. Aos poucos ela cede, e os dois se aproximam. Abby (Chloë Grace Moretz) também é uma criatura triste, uma vampira. Ela mora com um outro da sua espécie, que em uma caçada sofre um acidente e morre.  A menina se vê sozinha. O filme é uma história triste, sobre abandono, violência e amizade.

Eu particularmente gostei do longa. Em nada lembra os outros filmes sobre vampiros já lançados. Tem um visual mais sombrio para ser comparado ao Crepúsculo. Os vampiros queimam com a luz do sol, não podem entrar na casa sem serem convidados, também são fortes(mais que os humanos normais, pelo menos). 

Eu assisti as duas versões. Posso afirmar que as duas são muito boas. Na americana, o abandono de Owen é mais evidente. Na sueca, (em vez de Owen é Oskar) destaca-se a vontade de o menino sonha em se vingar dos agressores e chega a andar com uma arma. No original, não é uma menina vampira, mas um menino castrado e com traços bastante femininos. Esta se assemelha ao muito mais ao livro que deu origem a tudo.

Título Original: Let Me In
Ano de Lançamento: 2010
Diretor: Matt Reeves
Roteiro: Matt Reeves (roteiro) | John Ajvide Lindqvist (romance)
Categoria: Drama | Terror | Romance | Suspense
Origem: UK | USA

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Morto ao anoitecer #Resenha

Olá! Infelizmente não consegui arrumar tempo para postar nesta e na última semana. Alguns eventos climáticos em Tubarão (leia-se muita chuva) me impediram de atualizar meu blog. Abaixo, segue uma resenha sobre o livro Morto ao Anoitecer, que escrevi para um outro lugar. Mil desculpas!

“Esqueça tudo o que você já ouviu sobre vampiros. Os mortos-vivos ganharam o direito de existir legalmente. Mas a liberdade de ficarem fora dos caixões teve seu preço: o fim da existência sedutora e das caçadas sob o luar. Em tempos de sangue sintético é preciso um esforço para se adaptar. O vampiro Bill Compton está disposto a tudo para se estabelecer em sua cidade natal. O que ele não contava era com uma série de assassinatos inexplicáveis, a desconfiança dos moradores locais e o envolvimento com uma bela – e teimosa – garçonete telepata.”

Se você é tão apaixonado por vampiros quanto eu, já deve ter ouvido falar da série de TV True Blood, exibida pela HBO nos Estados Unidos e no Brasil. Esta série de sucesso já está na terceira temporada. O que você também deve saber, eu ao menos imagino, é que é baseada na coleção de livros “Sookie Stackhouse  (Southern Vampire)”, de Charlaine Harris. Os três primeiros já foram lançados no Brasil pela Edidouro.

Recentemente, li o Morto Ao Anoitecer. Em outra ocasião já havia lido Vampiros em Dallas. Com certeza, é uma das ficções sobre vampiros que mais prende a atenção dos leitores. Os vampiros de Charlaine não possuem a profundidade de Anne Rice, e também, não têm a “bondade” dos de Stephenie Meyer. São bárbaros, sanguinários, mas ao mesmo tempo, são capazes de se apaixonar por moçoilas.

A prosa do livro não é muito descritiva e presa a detalhes. A leitura flui bem. O drama de Sookie é muito bem captado pela autora. A menina telepata precisa controlar seus poderes constantemente para não invadir a mente de um ente amado. Só encontra paz quando conhece Bill, um vampiro, que como está morto não tem impulsos elétricos,  e logo a protagonista não consegue ler a mente de.

Assim como na série, o livro também possui cenas de sexo. Mas somente são descritas as de Bill e Sookie, afinal é narrado em primeira pessoa. Alguns personagens não são tão desenvolvidos, como ocorre na televisão. A garçonete Amy é pouco citada. Tara não é mencionada no primeiro volume, assim como a transformação de Bill em vampiro.

O interessante na série é que outros seres de fantasia também vão compondo a história aos poucos, como metamorfos, mênades, lobisomens.



quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Strange Angels #Resenha

Dru Anderson, como ela mesma se descreve, não é bonita ou desperta a atenção das pessoas. Contudo, conhece muito bem o mundo real, ou seja, o dominado pelas forças sobrenaturais. Um lugar onde vampiros, lobisomens, fantasmas são reais. Dru é protagonista da série de livros Strange Angels, de Lili St. Crow.
O enredo é contado em primeira pessoa, pela própria Dru. A narração começa quando seu pai sai para caçar em uma cidade que ela mal conhece. (É muito difícil ficarem no mesmo endereço muito tempo). O lugar é extremamente frio e neva o tempo todo.
A garota, órfã de mãe, logo se vê diante de um pai transformado em zumbi e precisa exterminá-lo. A adolescente de 16 anos fica só em um mundo, onde se sente desprotegida e desamparada. E ainda teme que alguém esteja a perseguindo.

Em seu caminho, encontra a ajuda de um gótico oriental chamado Graves e um ser da escuridão com nome de Christopher. Ela é mais do uma simples menina, possui alguns poderes que a tornam especial.
Não comecei muito empolgada a leitura de Strange Angels. O enredo não me cativou de início e a protagonista Dru não é a pessoa mais simpática do mundo. Mas, o livro lá pela página 100 melhora, isto é, se tiver paciência de chegar até lá.
Confesso que este livro comprei porque na contracapa constava a palavra zumbi. Parecia uma história sobrenatural interessante. Já havia lido outras narrativas de caça-vampiros que gostei bastante. Foi difícil não associar a leitura à Supernatural, uma série que assisto a toda semana com o namorado. A Dru é criado por um caçador, que viaja bastante e ministra um treinamento militar a ela. (o enredo da série é muito parecido)
Interessante que a capa americana é a mesma que a brasileira. Não sei quantos livros são, mas a autora já escreveu outros três:  Betrayals, Jealousy e Defiance.

  • Editora: Novo Século
  • Autor: Lili St. Crow
  • Ano: 2010
  • Número de páginas: 288

Para quem entende um pouco de inglês, o vídeo do livro:






Este  post faz parte do desafio de férias da Garota It

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