Biblioteca da Karen

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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Projeto HQ Dojo

Olá!!!
Desculpe pelo tempo que fiquei sem postar. Tive alguns problemas familiares (quem não tem?).
Enquanto preparava um conteúdo sobre o livro que li Percy Jackson e o Ladrão de Raios, encontrei algumas páginas de uma "revista" que fiz, com Kellen Baesso, quando era estudante. Achei interessante postar aqui no blog.

Não tem correção nessas páginas, mas achei divertido revê-las. O tema são mangás (quadrinhos japoneses) e animês. Eu que fiz a diagramação (assumo a culpa).

Adorei fazer a execução deste projeto. Ele foi para uma disciplina da faculdade, Projeto Experimental de Jornal. Tiramos dez. Aprendi bastante ao executá-lo, valeu muito a pena. A ideia não foi continuada.  Abaixo são só algumas páginas (tem muito mais)










quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Artistas superam a perda da visão e trabalham com música

Outra notícia que escrevi e foi publicada. Espero que gostem!


Bastente alegres, Mauri, 63 anos, e Maria, 50, foram a sensação, ontem, no calçadão de Tubarão. Ele toca acordeão. Ela canta um repertório eclético de músicas sertanejas e folclóricas. Detalhe: os dois são deficientes visuais. Mauri perdeu a visão aos 30 anos. Maria aos 25. Mas nem por isso deixaram de fazer aquilo que adoram: música.

O casal mora em Florianópolis e deve ficar em Tubarão até o dia 18 deste mês. Mauri e Maria conheceram-se na capital, há cinco anos. Ela vendia cartões telefônicos e ouviu o acordeão de Mauri. Pronto! Foi paixão ao primeiro som, como brincam.

Hoje, eles percorrem os estados do sul e do sudeste com sua arte popular. E se apresentam assim: Mauri e Maria. Nada de sobrenomes. “Só forneço o nome artístico”, brinca Mauri, que trabalha com música há mais de 50 anos.

Ele começou a tocar em conjuntos musicais e depois passou a fazer a alegria do povo onde o povo está: na rua. “Gosto de dizer que moramos na rua. Nossa casa, em Floripa, é só um cantinho para passarmos as férias”, dispara Mauri, com um bom-humor invejável.

Maria é natural de Orleans e nunca teve contato tão direto com a música antes de conhecer seu companheiro. Hoje, nem imagina fazer outra coisa. “Adoro cantar. Especialmente o sertanejo. São músicas belas e com um tom saudosista”, avalia a artista.

A jornada de trabalho inicia às 9 horas e vai até o fim do dia. Mauri e Maria vivem de doações. Não sabem quanto arrecadam por dia, mas garantem ser o suficiente para pagar a hospedagem e a alimentação. O próximo destino da dupla? Nem eles sabem ainda. “Voltamos para Florianópolis para passar as festas de fim de ano com a família. Depois, só Deus sabe!”, responde Mauri.

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