Biblioteca da Karen

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terça-feira, 12 de outubro de 2010

Nodame Cantabile: Uma animação sobre música #Resenha

Nodame é uma talentosa pianista. Contudo, seu dom para música nunca recebeu o devido incentivo. Já Chiaki, um jovem musicista promissor, conquistou o reconhecimento de familiares, amigos e professores. Mas, seu medo de avião o impede de se aperfeiçoar na Europa e iniciar uma carreira. Os dois opostos se encontram em uma universidade de música no Japão e iniciam uma relação no mínimo curiosa. O enredoé da animação japonesa, movida a música clássica, Nodame Cantabile.

O animê, que não é novo (de 2002), baseia-se no mangá homônimo, da autora Ninomiya Tomoko. Para quem desconhece um pouco de cultura nipônica ou, melhor, otaku, o quadrinho classifica-se como um josei: uma obra destinada a jovens mulheres. A animação possui uma sensibilidade incrível. Não há como não se apaixonar pelos protagonistas ou pelos outros personagens que surgem na série.

O que me cativa na história é que a autora deixa claro que nunca é tarde para sonhar. Para muitos, a carreira de Nodame não evoluiria por não ser mais uma jovem pianista. Muitos desacreditam desta musicista que Mas Chiaki acredita na moça, reconhece a técnica e o talento. Ele se apaixona pelas notas emitidas pelo piano de Noda.

A série tem boas doses de humor e drama. Chiaki, apesar de amar Nodame, não possui boas doses de maturidade para lidar com a moça, que é um tanto brincalhona.
Nodame Cantabile faz um grande sucesso no Japão . O animê encerrou na 3ª temporada, alguns filmes já foram lançados, inclusive um live action.

Um detalhe: não é preciso conhecer música clássica para apreciar a animação.

Recomendo: Namorado recomenda para adoradores de Honey e Clover. Eu, para todos que gostem de shoujos (mangás para o público feminino).

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Clube do Livro, opinão sobre leitura e tudo mais

Ler é uma forma de ampliar horizontes e expandir a mente. Assim, como trocar ideias também é benéfico ao crescimento das pessoas. Um clube do livro une os dois temas: leitura e discussão, além de ser uma ótima forma para se desprender de preconceitos. O primeiro encontro do clube de Tubarão reuniu poucos membros (época de eleição), mas estreitou laços de amizade e iniciou batalhas letradas por nossos corações.


O autor famoso na Comunicação, Clóvis Rossi, diz que o Jornalismo é uma batalha por corações e mentes dos espectadores. Assim também é um livro: um campo de batalha. Durante o clube, pretendemos quebrar paradigmas e barreiras, mostrar que nem todo Best-seller é uma obra sem qualificação. Afinal, Jane Austen também já foi popular um dia.


Desconheço o contexto, mas li que Arthur Schopenhauer disse que “Durante a leitura a nossa cabeça é apenas o campo de batalha de pensamentos alheios”. Um bom livro nos alimenta, fascina, e faz almejar por mais. È um alimento para nossa alma. Com a literatura, esquecemos um pouco dos problemas diários, viajamos por mundos novos e amadurecemos.


O clube do livro, fundado pela Kellen Baesso com minha ajuda, vem com este objetivo: alimentar nossos corações nessa guerra literada. Nossa próxima reunião é em 6 de novembro. Caso tenha interesse em participar, comente este post.


Na primeira reunião de discussão, definimos com leitura o livro “Escrava Isaura e o Vampiro”, que é o clássico que todos já conhecem com uma nova roupagem. O autor Jovane Nunes uniu suas palavras e seus vampiros à obra de Bernardo Guimarães.


Sinopse:  Neste livro o clássico romance de Bernardo Guimarães, Escrava Isaura, ganha nova vida ao ser recontado por Jovane Nunes. O autor traz muita gente morta e um vilão, Leôncio, como um vampiro atrapalhado. (Americanas.com)




Título: Escrava Isaura E O Vampiro
Editora: Lua de Papel
Assunto: Literatura Brasileira-Romances
Edição: 1
Número de Páginas: 168


Também não podemos deixar de agradecer à Ferrovia Tereza Cristina por ter disponibilizado dois livros de seu acervo para sortearmos nas próximas reuniões.


quinta-feira, 30 de setembro de 2010

O que vou ler sobre Internet e Tecnologia da Informação

Me inspirei na idéia de Kellen Baesso, e criei uma lista de leituras. O objetivo é cumpri-la até o fim deste ano e ler (ou reler) os livros que seguem abaixo. Para os livros de literatura e Jornalismo, eu tenho uma lista à parte.

Google Marketing
(Ainda estou lendo o livro. Mas já posso adiantar que é muito bem escrito.)

Se o seu trabalho é com marketing e é imprescindível que entenda profundamente as mudanças pelas quais o mercado brasileiro de internet e o consumidor estão passando, este livro é para você.

Conrado Adolpho compartilha, neste livro, o fruto do seu trabalho de pesquisa prática e teórica ao longo dos últimos cinco anos sobre como a internet está mudando a rotina de marketing das empresas. O autor, consultor de internet e publicitário especializado em mídias interativas, mostra o conhecimento adquirido do ponto de vista do marketing de maneira acessível e objetiva.

O livro trata de assuntos como propaganda georreferenciada, publicidade em blogs, como e por que ficar na primeira página do Google, como usar a web 2.0 como forma de se relacionar com o seu público-alvo, como planejar e desenvolver uma campanha de Marketing Viral eficiente, como mensurar o ROI de ações de marketing digital e outros assuntos de extrema importância para quem quer dominar e conquistar market-share neste novo mundo digital. ( Fonte: Submarino)

Wikinomics
(Esta obra é muito citada em livros que já li.)

O livro Wikinomics - Como a interação global está mudando tudo, de Don Tapscott e Anthony D. Williams (diretores da empresa de consultoria e inovação New Paradigm, no Canadá), mostra, com uma abordagem simples e atraente, que a humanidade está entrando num segundo estágio da Revolução da Informação, que vai mudar para sempre o conceito de uma economia - e até mesmo de uma sociedade - hierarquizada e há séculos montada sobre estruturas de poder. Estas começam a decair por causa das velocidades cada vez maiores de conexão da internet, que dão mais poder às pessoas comuns e lhes permitem interferir nos processos de produção de conhecimento e no próprio consumo. ( Fonte: Submarino)

Ferramentas de Publicidade do Google
( Já li alguns capítulos e não consegui terminar. È bastante interessante.)

Com este livro, você aprenderá a tirar total proveito do AdWords e do AdSense do Google, as sofisticadas ferramentas de publicidade on-line utilizadas por milhares de pequenas e médias empresas. Esta nova edição oferece um guia substancialmente atualizado para publicidade na Web, incluindo como esta funciona de modo geral e, em especial, como os programas de publicidade do Google ajudam você a ganhar dinheiro.

Você encontrará tudo de que precisa para trabalhar com o AdWords, que permite gerar anúncios de texto para acompanhar resultados de busca específicos, e o AdSense, que automaticamente fornece anúncios de texto e de imagem precisamente direcionados ao seu site. Ferramentas de Publicidade do Google se concentra nas melhores práticas, com vários estudos de caso que demonstram quais abordagens funcionam bem, quais funcionam mal e por quê. Os programas de publicidade do Google podem ajudar qualquer empresa com presença na Web e este guia explica exatamente como usá-los.

- Aprenda a criar planos de campanha eficazes para seu site.
- Entenda o algoritmo do PageRank, SEO (Otimização de Mecanismos de Busca) e SEM (Marketing de Mecanismos de Busca).
- Atraia tráfego para seu site e ganhe dinheiro hospedando publicidade.
- Adicione os códigos do AdSense e as buscas do Google ao seu site.
- Aprenda como o conteúdo, as buscas e os anúncios de referência funcionam.
- Crie e edite campanhas no AdWords.
- Monitore a atividade do AdWords e melhore o desempenho de sua campanha. ( Fonte: Submarino)

A Cauda Longa: Do Mercado de Massa para o Mercado de Nicho
(Do mesmo autor de Free, li este livro uma vez e quero muito relê-lo.)

O que acontecerá quando tudo no mundo se tornar disponível para todos?
Quando o valor conjunto de todos os milhões de itens que talvez vendam apenas uns poucos exemplares for igual ou maior do que o dos poucos itens que vendem milhões cada um?
Quando um grupo de crianças sem intenção de lucro for capaz de gravar uma canção ou produzir um vídeo, distribuindo-os pelos mesmos meios eletrônicos explorados pelas mais poderosas empresas de grande porte?

Chris Anderson, editor-chefe da revista Wired, explorou pela primeira vez o fenômeno da Cauda Longa em um artigo que se tornou um dos mais influentes ensaios sobre negócios de nosso tempo. Usando o mundo dos filmes, dos livros e das músicas, mostrou que a Internet deu origem a um novo universo, em que a receita total de uma multidão de produtos de nicho, com baixos volumes de vendas, é igual à receita total dos poucos grandes sucessos.
Então, cunhou o termo "Cauda Longa" para descrever essa situação, o qual, desde então, tem sido citado com destaque pela alta gerência das empresas e pelos meios de comunicação em todo o mundo.

"Embora ainda estejamos obcecados pelos sucessos do momento", escreve Anderson, "esses hits já não são mais a força econômica de outrora. Mas, para onde estão debandando aqueles consumidores volúveis, que corriam atrás do efêmero? Em vez de avançarem como manada numa única direção, eles agora se dispersam ao sabor dos ventos, à medida que o mercado se fragmenta em inúmeros nichos".

Agora, neste livro tão esperado, Anderson mostra como chegamos a esse ponto e revela as enormes oportunidades daí decorrentes: para novos produtores, para novos agregadores e para novos formadores de preferências. Ele também analisa a economia da reputação; o fim dos estoques; o efeito Wal-Mart; o poder da produção colaborativa e a ascensão de uma grande cultura paralela. ( Fonte: Submarino)

A Hora da Geração Digital: Como os Jovens que Cresceram Usando a Internet estão mudando Tudo, das Empresas aos Governos
(Livro indicado na aula de Cibermidia.)

Uma investigação fascinante deste universo, A Hora da Geração Digital tem como ponto de partida uma pesquisa de US$ 4 milhões. O autor Dan Tapscott entrevistou cerca de 10 mil jovens e, no lugar de um bando de gente grudada em telas as mais variadas, com pouca capacidade de concentração e sem habilidades sociais, ele descobriu uma comunidade que desenvolveu novas formas de pensar, interagir, trabalhar e socializar.

Com base em suas descobertas, o autor revela neste livro: como o cérebro da Geração Internet processa informações; sete maneiras para atrair e mobilizar jovens talentos na sua força de trabalho; sete diretrizes para que os educadores utilizem o potencial da Geração Internet; criação de filhos 2.0: não há lugar como o novo lar; Cidadão Internet: como os jovens e a internet estão transformando a democracia.

Se você entender a Geração Internet, entenderá o futuro. Dan Tapscott torna isso possível. ( Fonte: Submarino)

O Fascinante Império de Steve Jobs: Como um dos Líderes mais Criativos do Mundo Transformou um Negócio de Garagem em uma Empresa que Vale Bilhões
(Sem comentários.)
No início dos anos 1980, Michael Moritz, era um jovem jornalista da revista Time, e obteve acesso irrestrito aos bastidores da Apple Computer, uma até então, conhecida empresa de tecnologia de ponta. Sua tarefa era realizar uma crônica sobre a primeira década da Apple. O resultado está neste livro e leva os leitores à infância de Steve Jobs e Stephen Wozniak e mostra como eles saíram do colégio e fundaram a Apple, em 1976. De um hobbie de garagem para a Fortune 500. O fascinante império de Steve Jobs é o livro definitivo sobre a Apple, um retrato fascinante sobre as brigas e intrigas que rodeiam a criação de qualquer grande empresa.

O autor oferece suas perspectivas contemporâneas sobre as realizações de Jobs e seu retorno à Apple, neste livro que se tornou um clássico. Siga os passos de Steve Jobs na ocasião da sua demissão sem cerimônias da Apple, sua longa luta para erguer a empresa de computadores NeXT e a aquisição do então obscuro estúdio Pixar, em 1986. Finalmente saiba como Jobs reemergiu na Apple no final dos anos 1990 e trouxe novos ares para uma empresa em decadência que foi transformada em objeto de desejo para todos.

Leitura obrigatória para empreendedores, executivos, profissionais de administração que pretendem conhecer o modelo de gestão da empresa e a formação da personalidade do CEO que mudou o mundo dos negócios, duas vezes. ( Fonte: Submarino)

terça-feira, 28 de setembro de 2010

A Internet dos anos 90



PC Siqueira, um dos vbloggers mais assistidos do Brasil, fez uma abordagem interessante sobre a evolução da Internet no vídeo Propaganda, Internet Antiga e Patrões. Quando vi o trabalho, junto do Namorado, três anos mais novo que eu, pude perceber como a rede mudou em tão pouco tempo.

ICQ, Internet Discada, correntes de e-mail da Samara, dentre outras coisas que eu vivenciei, são ignoradas pelo namorado. Quando eu era mais nova, esperava um certo horário para me conectar, assim como bate-papo era pelo Mirc, um download de música demorava horas. E bastou apenas três anos de diferença para que o Namorado não vivenciasse tudo isso.

A primeira vez que naveguei na Internet, eu era fã de boybands e do Leonardo Di Caprio. Na minha adolescência passei horas em sites hiper coloridos, com gifs animados e cujas imagens demoravam horas para abrir. As Urls (endereços) eram complicadíssimas. O background das páginas era berrante, e, sempre, atrapalhava a leitura. Em síntese: Um mundo colorido e repleto de seres pululantes.

O máximo de interação que havia era um e-mail ou comentário no Livro de visitas. Meu primeiro e-mail foi do Zipmal. Não existia Orkut ou Facebook. Mas tínhamos alguns fóruns na Internet.

Nos anos 90, sites possuíam uma página iniciam com os dizeres: “Clique aqui para entrar”. Sem mencionar que os buscadores eram Cadê, Altavista e algum outro que não me lembro.  Para pesquisas escolares, eu utilizei a Barsa. Mas se você é três anos mais novo que eu, não vivenciou parte disso, acredito. Sinto muito, namorado, mas você perdeu.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Rápidas

Facebook Consciente
O Blog Vida em Rede da Veja fez um post bem legal sobre uma campanha do Greenpace para que os usuários do Facebook exijam que a rede adote posturas mais responsáveis ecologicamente. Isto inclui a redução da emissão de poluentes e a utilização de energia renovável. Veja o vídeo abaixo:



Sites para Leitores
Cássio do “Parece Tamarindo mas tem gosto de Limão” gostou da minha sugestão sobre o Skoob. Se você também curtiu, confira esta reportagem da Info, que indica outras redes sociais e sites para leitores.

Curso Jornalismo 2.0
O Portal Comunique-se irá realizar um curso em Florianópolis sobre “Jornalismo 2.0 - Hipermídia e Redes Sociais” A ideia, conforme consta na ementa, é apresentar "um amplo panorama a respeito da prática jornalística na Internet, dando ênfase na relação entre jornalistas e leitores por meio de ferramentas de comunicação cada vez mais comuns no dia-a-dia dos usuários”

Nerd não perdoa
Steve Jobs foi barrado no aeroporto no Japão. Alguns brincaram e falaram que era porque portava umas estrelinhas ninjas. O resultado foi o vídeo hilário abaixo.


Veja o  post original.

Jabá 
Sobre Kindles
Namorado está com um blog Geek Sem fronteiras. Nele você encontra um material bem legal sobre kindles e e-books. Merece atenção.

Diário de Sibila Rubra
É importante valorizar autores nacionais. O Diário de Sibila Rubra, escrito pelo brasileiro Kizzy Ysatis, é muito bom. Fiz uma resenha no blog Histórias de Vampiros.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Meme: Túnel do Tempo

Há algum tempo recebi um meme (corrente de blogs) da Laura (do Blog Habitat Feminino). Não pude responder de imediato, visto que eu estava disputando os Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc). O nome da brincadeira é Túnel do Tempo:

Coisas que tive e adorava
Quando era pequena, minhas primas, meus irmãos e eu gostávamos de brincar de Pai Perdido, uma brincadeira que inventamos. No jogo, éramos todos irmãos e nos perdemos de nosso pai em uma região não habitada. Devíamos sobreviver na selva e resgatá-lo.

Coisas que queria muito, mas não tive
Meu sonho de infância era ganhar a casa da Barbie. Claro que eu não tive. Lembro que antes era muito caro ter uma boneca. Uma Barbie da Estrela era luxo.
 
Uma lembrança boa
Gostava de brincar de esconde-esconde com meus amigos.

Uma lembrança ruim
A morte dos meus avós quando eu era adolescente foi muito difícil de superar. Eles eram como pais para mim.

Coleções
Quem nunca teve uma coleção na infância? Eu tive tazos, papeis de cartas, álbuns de figurinhas (Chiquititas), figurinhas de chiclete, etc.

Ídolo da época
Eu admito: Adorava a Xuxa.

Programa favorito da época
Show da Xuxa, Caverna do Dragão, Chiquititas.

A moda mais legal que usei
Não lembro de nenhuma moda legal. Sempre fui alta e tinha de usar roupas para adultos.

A moda mais brega que usei
Sem dúvida os topetes que fazia no cabelo.

Eu indico para esse meme para Kellen, Elsie.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Histórias de Consumo

Uma bolsa nova, um sapato, um livro. Artifícios ou impulsos consumistas que utilizamos, de vez em quando, para preencher uma“ausência” em nosso íntimo, denominada vazio existencial? O consumismo gerado em nossa sociedade seria uma resposta para suprir necessidades intrínsecas do nosso ser?Nos últimos meses realizei uma maratona consumista ao adquirir uma pilha de livros e sapatos. Seria o consumismo uma resposta?

Nas aulas de Psicologia da Comunicação, que estudei durante o curso de Jornalismo, aprendi sobre a teoria do Vazio Existencial. Freud acreditava que as pessoas só eram plenamente felizes até os 2 anos, quando descobriam que a mãe ou figura materna, não lhes pertencia. Como a ausência da mãe não pode ser preenchida, criamos um vazio. Ao que parece, passamos uma parte da nossa vida tentando preenchê-lo.

Parece difícil para uma sociedade urbana e tumultuada, com horários apertados, encontrar tempo para exercer alguma atividade que ocupe a mente e o corpo durante momentos de angústia. E mesmo quando iniciamos alguma, uma hora aquele hobbie para de nos propriciar prazer e torna-se rotina. O que fazer para preencher este vazio?

Para muitos a resposta chegou em forma de consumo e compras. No meu caso, fora mais de 20 livros em 3 meses, e 5 pares de sapatos em um mês (claro que aproveitei as promoções e todas as compras foram dentro do orçamento). Se eu não tivesse alimentado o meu vício e adquirido ao invés de livros, outra mercadoria, teria me sentido superficial.

Mas só me restam dúvidas: Será que este vazio é um  mal da nossa sociedade? Como preenchê-lo satisfatoriamente? Organizar melhor o tempo?

Quando o Consumismo vira doença
Sabe a sensação quando você encontra um homem bonito e os olhares são instantaneamente trocados? É a mesma que Becky sente ao ver uma vitrine de uma loja. A moça se senti feliz e completa ao comprar um cachecol, uma bota. Isto é, até ver a próxima loja. Pode parecer uma personagem da vida real, mas é da Walt Disney e está retratada no filme “Os Delírios de Consumo de Becky  Bloom“. A situação se torna mais complicada (e engraçada), quando ela inicia o trabalho em uma revista de economia. Seu perfil é o oposto de tudo que escreve.

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