Biblioteca da Karen

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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Rápidas

Hoje, estreio uma nova seção no blog "Rápidas", que espero atualizar semanalmente. Também, estou preparando novidades para os próximos dias.

Jasc
Na próxima semana, estarei em Brusque para disputar os Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc). Meus colegas e eu iremos representar o município de Tubarão.
Para se informar sobre o desempenho da equipe Associação Impacto/CME de Tubarão, acesse ao blog Impacto Karatê. Também cuido da atualização deste site.
Manterei o Blog "Sou Karen" atualizado durante este período.

Clube do Livro
Com objetivo de incentivar a leitura e tirar a poeira dos volumes amontoados nas estantes, Kellen Baesso, do blog “Tudo o que me interessa”, e eu montamos um Clube do Livro. Você pode conferir algumas informações abaixo, preencher este formulário para participar ou ler mais sobre o assunto no blog da Kellen. Infelizmente é só para Tubarão e municípios vizinhos.



Rede Social para adoradores de livros
Uma rede social que estou amando é a Skoob. Nela, você se relaciona com pessoas que tem um gosto similar ao seu, conhece novos livros, descobre o que outros estão lendo.  Uma vantagem é  que pode ser integrada ao Twitter. Muitas editoras descobriram as ótimas possibilidades que este site de relacionamento pode oferecer.

Se você é tão apaixonado por livros quanto eu, vale a pena conhecer.


Google Marketing
Para os entusiastas de mídias sociais e Internet, recomendo a leitura do livro Google Marketing. Estou adorando. O livro é bastante completo. Em breve trarei uma resenha para vocês. A obra é de @conradoadolpho

Histórias de Vampiros
Hoje, comecei a postar em mais um blog Histórias de Vampiros. Neste, falo de filmes, programas de TVs, livros e tudo mais que aborde este tema. Desde pequena, me interesse sobre obras que tratam destes seres sobrenaturais. Espero que gostem!

        quinta-feira, 9 de setembro de 2010

        Sobre o novo Karate Kid

        O cinema sobrevive da renda das projeções, da dpublicidade ou do apoio governamental.  Não pretendo discutir o que é mais vantajoso aos estúdios dos cinemas; se é criar grandes produções ou filmes mais baratos de nicho.  Mas uma forma de garantir a bilheteria é regravar antigos clássicos e lançá-los ao público, como em A Pantera Cor de Rosa e O Dia que a Terra Parou. Há pouco tempo estreou o Karate Kid, refilmagem do longa homônimo dos anos 80.

        O longa seguiu o mote do original: Um rapaz se muda com a mãe para um novo lugar, se apaixona por uma garota e é perseguido por um grupo de praticante de Artes Marciais. Para se defender, aprende uma luta com um senhor. A diferença que apesar do nome ser Karate Kid, o menino Dre (bem mais novo que Daniel-san) torna-se praticante de Kung-fu e vai morar na China.

        O remake tem seus méritos, como cenários bonitos e uma boa fotografia. E o humor e drama se contrapõem de forma excelente e na medida perfeita. Mas, ainda assim, prefiro o Karatê Kid original.  Gosto da transformação do franzino Daniel em um karateca, Dre já possuía uma aptidão para esportes e praticava ginástica.

        O kumitê (de competição) do novo filme não convence. Nunca presenciei crianças de 10 anos, em campeonatos, batendo uma na outra com muita violência. Acredito que reduziram a idade do protagonista para atrair mais crianças. Confira o trailer dos dois filmes abaixo:



        quarta-feira, 1 de setembro de 2010

        Nove Confissões

        Recebi o desafio, de Maite Lemos (Penso em Tudo) e de Cintia Teixeira (As Imediatas), de escrever um meme no meu blog. Para quem desconhece o significado desta palavra, meme é uma espécie de corrente. Nesta, eu tenho contar nove coisas inesperadas a meu respeito.

        Segue abaixo o resultado:

        1) Me recuso a ir jantar fora e comer macarrão. Sim, concordo, é estranho. O cozinheiro pode fazer a melhor massa e usar os ingredientes finos, que eu ainda troco por outro prato.  A verdade é que não existe um mais saboroso que o da minha falecida avó (que usava temperos simples, como a mostarda). Comparado, os outros não têm sabor.

        2) Adoro os filmes da franquia Resident Evil. Sim, eu sei. Mas é um pecado delicioso. Divirto-me assistindo Alice lutar contra os zumbis.

        3) Me viciei em chocolate quando comecei o namoro com o Namorado. Antes não fazia muita questão de devorar uma barra. Chegava até recusar.

        4) Quando era mais nova, me apaixonei pelo Daniel-san do Karatê Kid. Chegava a ficar vermelha quando o filme era exibido na sessão da tarde. Só pra constar: o longa tem minha idade e eu era criança quando vi pela primeira vez.

        5) Esta confissão é estúpida. Não consigo assistir a cenas de humilhações ou desconcertantes de filmes e séries. Fico agoniada pelo personagem.

        6) Sou viciada em comprar livros. Compro numa velocidade assustadora e não dou conta de ler todos. Nos últimos três meses adquiri/ganhei mais de 20 títulos.

        7) Aos 12 anos, assisti ao filme “Entrevista com o Vampiro” e me apaixonei por essas criaturas. Amei o sentido que Anne Rice deu ao vampirismo, a complexidade das relações dos personagens, a trama, tudo. Sonho em completar a coleção da Anne.

        8) Quando eu era adolescente, me encantei pela Sakura Card Captors e me tornei fã de mangás. Transformei-me em uma Otaku, com direito à assinatura de HQs e escutar j-pop. Hoje, tenho mais de 300 quadrinhos japoneses. Cheguei a vender um por um preço 5x maior do que comprei.

        9) Nos meus oito ou nove anos, meu pai, na época professor da Unisul, pegava livros na biblioteca para mim. No começo, era Monteiro Lobato e as histórias do Sítio do Pica-pau Amarelo. Um dia, ele trouxe Mil e Uma Noites. Ainda bem que mal passei das páginas iniciais. Há pouco tempo, meu namorado me presenteou (adorei)  com esta obra e eu pude ver que é repleto de sexo. Com certeza é imprópria para crianças.
        Segue o desafio de escrever um meme:

        Tudo que me interessa
        Parece tamarindo e tem gosto de limão
        Geek Sem Fronteiras
        Coisas do Amor

        quarta-feira, 25 de agosto de 2010

        True Blood, Matrix e a Convergência das Mídias

        “ As mídias tradicionais são  passivas, e as mídias atuais, participativa e interativas, elas coexistem e estão em rota de colisão. Bem-vindo à revolução do conhecimento. Bem-vindo à cultura da Convergência.”  Henry Jenkins em  a “Cultura da Convergência”

        O que Matrix e um grupo de fãs de Survivor (no Brasil, o programa é conhecido como “No Limite”) têm em comum?  Segundo Henry Jenkins, autor do livro Cultura da Convergência, muito. Os dois se utilizam de outras mídias para expor questões das séries.  Os fãs de Survivor se reúnem em fóruns e comunidades para debater spoilers e acontecimentos do reality show.  Enquanto os produtores do longa criaram conteúdo para várias plataformas midiáticas.

        Matrix é de 1999, enquanto Survivor de 2000. Ou seja, há 10 anos já se pensava, ao menos no caso dos irmãos Wachowski, como seria o futuro. Os produtores de Matrix criaram um universo que reuniu várias mídias.  Vídeo-games, animações (animês), quadrinhos e a sequência dos três filmes compuserem uma única história. Personagens, como Kid, foram apresentados nas animações e emergiram nas telas do cinema. Muitos espectadores, que não fizeram uma escala pelas outras produções, não compreenderam alguns fatos ou passaram por eles despercebidos. Talvez, na época, não ocorreu o envolvimento que teríamos atualmente.

        Hoje, as mídias se convergem, ou seja, se encontram para criar uma única história. Várias plataformas coexistem para trazer a informação. Um filme pode trazer dicas para um game, como a abertura de novas fases.

         A televisão, principalmente, tem unido seu conteúdo a outros meios que auxiliam na divulgação. Os próprios fãs também contribuem com este movimento, ao produzir filmes e outros materiais e disponibilizá-los via Internet.

        Não adianta pensar exclusivamente em uma única mídia ao se criar um produto cultural. Mesmo que uma emissora ou escritor queira restringir o acesso a um único meio, não pode descartar uma comunidade de fãs ávidos por novidades. Estes, certamente irão criar sites, músicas, e muito material sobre o que gostam.

        Exemplos de Convergência Midiática

        Hoje, temos muitos exemplos da convergência das mídias. Uma das minhas séries preferidas, True Blood, teve seis mini-episódios divulgados via Internet. Estes narram acontecimentos que não foram exibidos na TV, mas estão intimamente ligados à segunda temporada.



        Lost é um outro exemplo. Logo no princípio, diversos fóruns, comunidades e redes sociais debateram intensamente os acontecimentos da série. Os produtores logo produziram material para Internet, como sites da Oceanic Air e vídeos da Iniciativa Dharma. Este post interessante da Ana Paula Palu trata um pouco mais a fundo sobre a influência da Internet (usuários) em Lost.

        Outra série que assisto, Supernatural, fez  uma piada com os fãs. Em um episódio, (spoiler) os irmãos Dean e Sam conhecem um profeta, que escreve sobre a vida dos dois em uma coleção de livros, que carrega o mesmo nome da série. Os rapazes descobrem várias comunidades na Internet, onde fãs escrevem fanzines, alguns com até um possível envolvimento entre os meninos.

        A questão do futuro das mídias é bastante abordada por Henry Jenkins no livro a “Cultura da Convergência”, que li antes de escrever este post. Recomendo.

        quarta-feira, 18 de agosto de 2010

        Programa de namorados com direito a Sylvester Stallone e MMA

        Um programa de namorados qualquer requer um filminho no cinema, ver um pouco de televisão juntinhos numa tarde de domingo, ou ainda, um passeio de mãos dadas. Mas não o meu. Namorado e eu passamos o último fim de semana assistindo ao MMA e ao longa “Os Mercenários”. Eu tenho de admitir: Adoro.

        Para quem não sabe Mixed Martial Arts (MMA), que pode ser traduzido como lutas marciais mistas, é a denominação para o antigo Vale Tudo (ou segundo o Namorado, o Vale Tudo Moderno).  Lutadores, sem equipamento de proteção, exceto pelas coquilhas, protetor bucal e luvas, se confrontam utilizando técnicas de artes marciais. Vence quem conseguir um nocaute, uma submissão, ou, ainda, impressionar os juízes.

        Os participantes dominam mais de uma arte marcial, geralmente uma de chão, como Jiu-Jitso Brasileiro, e outra de impacto, como Muay Thai. O Brasil é celeiro para estes lutadores. Somos a terra de Lyoto Machida (meu preferido), Anderson Silva e Shogun Rua. Todos têm ou tiveram o cinturão.



         MMA e violência
        A abertura do campeonato Ultimate Fighting Championship (UFC), realizado nos EUA, lembra os gladiadores da antiga Roma. Homens corajosos que se enfrentavam no Coliseu. Hoje, temos muito mais regras e segurança. É evidente que um lutador pode quebrar a costela, fraturar o maxilar e sofrer outros danos. Mas o MMA tem se aproximado do esporte e adotado algumas regras.

        Muitos consideram um esporte muito violento. Mas na minha opinião são duas pessoas que se preparam arduamente, com treinos puxados, e cientes de que é um confronto corporal que pode causar sérios riscos. Acho muito mais chocante uma briga de rua ou entre torcidas rivais.

        Gosto de observar o domínio corporal e as técnicas dos lutadores. Muitos mesmo sob pressão, viram a luta e vencem, como ocorreu com Anderson Silva vrs Sonnen. Este conseguiu levar a melhor em quatro rounds. Silva manteve a calma, e no último instante, conseguiu uma finalização que o levou a vitória.

        E o Namorado nessa história?
        O Namorado começou a assistir quando me tornei fã de Machida, que é um karateca em uma terra dominada por Muay Thai e Jiu-Jitso.  Portanto, eu que levei o MMA para a nossa relação.

        Mas o que tem os Mercenários haver com MMA?
        O filme  "Os Mercenários", criado por Sylvester Stallone, retrata a história de profissionais contratados para resolver sequestros de navios por piratas, cometer assassinatos encomendados, dentre outras situações. A película reúne um elenco de astros de ação, como Jet Li, Jason Statham, Dolph Lundgren, e atores famosos como Eric Roberts e a brasileira Giselle Itié.

        O longa também conta com a participação de lutadores de MMA, como Randy Couture. Este irá participar do UFC 118: Edgar vs. Penn 2.

        A história não é muito convincente, mas a ação é desmedida no filme, que conta com artes marciais, armas de fogo, incêndios e bazucas. Se você gosta deste estilo, "Os Mercenários" é perfeito.

        terça-feira, 10 de agosto de 2010

        Aprendendo a usar mídias sociais com André Telles

        As Mídias Sociais fazem partem da nova ordem que se estabelece na Internet. Acompanhar o desenvolvimento delas é importante para os profissionais de comunicação e marketing. O livro Revolução das Mídias Sociais, escrito por André Telles (@andretelles), trata de forma técnica como usufruir um pouco deste universo.

        O livro de 199 páginas traz cases, conceitos, dicas e ferramentas para melhor aproveitar as novas mídias. Youtube, twitter, Facebook, dentre outros, são alguns dos assuntos abordados. Ainda fala-se de buzzmarketing, Social Media Optimazition e Marketing político na web.

        As dicas de Telles são bastante úteis. E mesmo quem conhece bastante do assunto, pode descobrir algo novo, como uma ferramenta interessante para utilizar no Twitter. Considero uma obra prática e com ótimas estratégias para se unificar as diferentes mídias em uma campanha.

        Recomendo esta publicação para entusiastas das mídias sociais, iniciantes na área e para quem se interessa pelo assunto. Contudo, se procura pesquisas aprofundadas sobre comportamento, o livro não é para você.

        terça-feira, 3 de agosto de 2010

        Não existe sorte, e sim treino



        Ana Carolina é menina vaidosa, inteligente e bonita que se despede de toda feminilidade quando entra no tatame. Ela, assim como eu, é karateca e integrante da equipe Associação Impacto de Karatê-do, que atualmente defende a cidade de Tubarão. Há dois fins de semana, Ana conquistou uma vaga na Sulamericano de Karatê Goju Ryu, durante o Campeonato Brasileiro de Goju no Paraná. Toda equipe se saiu muito bem na competição, o que nos garantiu o troféu de quarto lugar na geral. Mas, só a garota levou quatro medalhas.

        Muitos podem visualizar a vitória apenas como sorte, entretanto é um conjunto de fatores, como concentração, controle emocional e treinamento que garante bons resultados. Algumas pessoas acreditam em dom, uma palavra oriunda da Idade Média, quando tudo era justificado pelo poder divino, e a habilidade  provinha de nascença, e não do estudo.  Na verdade, como diz meu sensei, não existe sorte, mas treino.

        Depois de vermos tanta exposição de festas, baladas e muitos namoros envolvendo a figura de alguns jogadores de futebol, acabamos imaginando uma vida fácil. Mas a rotina de atleta é repleta de privações, sacrifícios e dores musculares. E tudo em nome do amor ao esporte. E muitos têm de se dividir entre o trabalho e os treinos. Dos atletas que tive sorte de conhecer, todos praticavam bastante para se aperfeiçoar.

        Para muitos não é fácil; deixar a família, namorado e amigos, para se dedicar a horas de treino. Não vou negar que muitas pessoas foram abençoadas com a genética e a facilidade para executar os exercícios. Contudo, horas de treinamento e condicionamento podem fazer o diferencial.

        Ana, como muitos membros da equipe, fez alguns sacrifícios e se destacou com muito mérito. Um exemplo de que a disciplina pode levar a alçar voos altos.

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